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Saturday, July 30, 2011

Provocação, Resposata

Desconheço a veracidade, mas recebi estes dias em meu e-mail.

A PROVOCAÇÃO:

A RESPOSTA:

Tuesday, July 12, 2011

Crowsourcing, os exemplos da Tecnisa e 3M

Segundo o Mr. Wiki: "O crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas tecnologias."

Esta semana recebi dois exemplos interessantes de empresas que usam esta metodologia para acelerar a inovação:
Ambos os sites são fáceis de dar sugestões e votar, porém destaco que o site Tecnisa Idéias tem uma característica que me chamou muito a atenção: o sistema de ranking e pontuação. Acredito que, como um vídeo game, o sistema de pontuação pode engajar mais a participação das pessoas.

Thursday, July 7, 2011

Como vender mais sem abrir mais lojas

Tive a oportunidade de participar de um workshop sobre tecnologia e inovação. Um dos cases apresentados que mais me chamou a atenção foi o da rede de supermercados Tesco. Confira a estratégia adotada pela empresa vender mais sem abrir nenhuma loja a mais na Coreia do Norte.

Sunday, July 3, 2011

Confie neles que eles confiarão em você

Neste curto vídeo de 3 minutos, Guy Kawasaki, autor e empreendedor americano, fala um pouco sobre como algumas empresas conquistam a confiança dos consumidores confiando inicialmente neles.

"Trust people and then they will trust in you"

Ele cita como exemplos as empresas americanas como a Amazon e a Zappos. Tais empresas confiam em seus consumidores. No caso da Amazon, eu posso citar uma experiência pessoal de quando, ao realizar uma compra, o produto não chegou na data acordada. Questionei a empresa e eles enviaram uma segunda remeça sem alardes e problemas. Este fato faz-me não considerar outra empresa quando compro algo on-line no exterior. Eu sei que posso confiar neles caso eu tenha problemas na entrega.

A Zappos confia em seus consumidores que compram sapatos online dando o direito de retornar o produto pagando as despesas de envio.

Isto me faz pensar que muitas vezes, as empresas/ organizações/ pessoas "castigam" alguns por causa dos erros de poucos. Esta máxima: "Confie primeiro nas pessoas, que elas confiarão em você" pode ser aplicadas em várias esferas da nossa vida. Quem aguentaria estar ao lado de uma pessoa ciumenta o tempo todo. Ou um chefe que controla os seus passos e em alguns casos, refaz o seu trabalho. Há inúmeros exemplos.

Enquanto escrevo, lembrei-me de um artigo da Época Negócios, onde em várias páginas era explicado o por quê que o Brasil era tão ruim em inovação. A resposta, como já devem imaginar, é a falta de confiança entre as pessoas.


No mesmo vídeo, Guy comenta que a dois tipos de pessoas:
  • Aqueles preocupados com o maior pedaço da torta (GANHA X PERDE);
  • Aqueles que enxergam que o mundo é uma oportunidade para fazer, vender tortas (GANHA X GANHA).
Em que perfil você se encaixaria?
Em um país como o nosso, você acredita que uma alta dose de confiança nos negócios faz mal? E a nível pessoal? Você conhece mais exemplos de empresas que tem uma alta dose de confiança em seus consumidores e funcionários? Até onde ter o controle é benéfico para a organização? A falta de controle traria mais beneficio ou mais problemas?

Saturday, July 2, 2011

Gerente de Projetos, Prós e Contras

Tenho um colega de trabalho, que assim como eu, adora livros de gestão. Ele tem uma pequena biblioteca em sua mesa de trabalho e neste fim de semana, resolvi pedir um dos títulos emprestados: o "Project Management" do autor Gary R Heerkens. 
É um livro, como o próprio nome já diz, sobre gestão de projetos. O diferencial é que o autor explica como gerenciar um projeto através da história de um personagem. Ele mostra os desafios encontrados por um recém nomeado gerente de projetos. Lembra-me um pouco do livro o Segredo de Luiza, que a apresenta o que é empreendedorismo através da jornada da personagem Luiza na criação de um negócio.
Ainda estou no início, mas um parágrafo que me chamou a atenção é onde ele explica os prós e contras de ser nomeado gerente de projeto.



Prós:

  • pode ser um passo para uma promoção;
  • dá uma sensação de dever cumprido;
  • não há rotina;
  • dá certa liberdade/ autonomia;
  • uma oportunidade de criar mudanças em uma organização.

Contras:

  • requer tolerância a politicagem;
  • requer tolerância a ambigüidade e incerteza;
  • há muita responsabilidade, mas pouca autoridade sobre as pessoas;
  • sentir-se distante do lado técnico;
  • você pode ser percebido como alguém que não tem um trabalho sério na empresa.

Sunday, April 24, 2011

Podcast com o presidente do Great Place to Work no Brasil

logotipo do Instituto Great place to Work
O Great Place to Work é uma consultoria presente em diversos países do mundo. Desde 1980, ela foca em entender o que faz um ótimo local de trabalho. Anualmente, junto com a Revista Época, a GPW Brasil reconhece quais são as empresas destaque em motivação de seus funcionários.

O podcast é uma entrevista com José Tolovi Jr. que aconteceu em 2008, mas continua bem atual para quem se preocupa com clima organizacional.

> http://www.podbr.com/2008/09/01/jose-tolovi-jr-great-place-to-work-brasil/


Segue os pontos que gostaria de destacar da entrevista:
  1. Cuidar bem de pessoas passou a ser fator estratégico.
  2. Geralmente as empresas bem ranqueadas no GTW, são as que também ganham prêmios em Responsabilidade Social;
  3. Qualquer empresa, de qualquer setor, de qualquer tamanhão, de qualquer grupo de pessoas, pode ser eleita como um bom local para se trabalhar. Há a constante desculpa de que em alguns tipos de empresas e/ou funcionários tornariam o desafio mais fácil, o que, na opinião de Tolovi, é uma mera desculpa para não levar o tópico a sério;
  4. Há três elementos chaves nas melhores empresas para se trabalhar em qualquer lugar do mundo:
    4.1. Confiança (relação entre líder e liderado);
    4.2. Orgulho (como a pessoa se relaciona com o próprio trabalho e como ela vê a própria empresa);
    4.3. Camaradagem (ambiente de colaboração entre as pessoas e a não existência dos famosos “feudos”)
    .
  5. Dentre os três, o ambiente de Confiança é o primordial. A relação entre chefe e subordinado é o mandatório para existir um ótimo local de trabalho. A GTW divide este tópico em três partes:
    5.1. a credibilidade do chefe perante o funcionário (tenho confiança no meu chefe? Ele cumpre o que diz?);
    5.2. o respeito de como o funcionário se sente tratado pelo chefe (meu chefe me ouve? Sou apenas mais um número);
    5.3. a imparcialidade (como são feitas as promoções? Meu salário é justo? As regras são justas?).
  6. Algumas empresas como o Mcdonalds chamam a atenção pelo alto turnover. Segundo Tolovi, isto acontece devido ao perfil da empresa. A escola da rede é contratar quem esta está estudando. Ela entende que o Mcdonalds é o primeiro emprego e que poucos, após um período de um ano, poderão ser promovidos.
    Mesmo assim o Mcdonalds entende que a saída destes profissionais (estudantes) pode representar uma chance melhor fora da rede.
  7. Nas melhores empresas, há mais mulheres ocupando posições gerenciais. A tendência é a igualdade de gêneros.
  8. Curiosidade: O instituto nasceu a partir de um livro escrito sobre o tema. O escritório do GPW no Brasil é o primeiro fora do EUA. Em 1997, a lista passa a ser publicada anualmente em revistas no Brasil e em 1998 nos EUA.
  9. A missão do GPW é melhorar a sociedade partir dos ambientes das empresas.



Para quem quiser conhecer o trabalho da GPW, recomendo ficar atento na publicação anual da lista na revista Época. Vale a pena ter um exemplar.

Saturday, April 23, 2011

Meng Tan, do Google, fala sobre a importância da Compaixão no local de trabalho.


Compaixão traz felicidade, segundo Chade-Meng Tan, o responsavél por cultivar a cultura da compaixão dentro do Google. Meng Tan também é conhecido como the Google "Jolly Good Fellow".
Como propósito de vida, Meng Tan quer espalhar a paz mundial. Ele acredita que a compaixão pode se espalha mais facilmente quando ela for praticada de forma mais prazeroza e, por que não, lucrativa.

Segunde ele, a compaixão pode ser dividida em três partes:
1 - Afeto - "Eu sinto por você";
2 - Cognição - "Eu entendo você";
3 - Motivação - "Eu quero ajudar você".

Com base nos elementos que fazem parte do sentimento de compaixão, Meng Tan faz um paralelo com o conceito de liderança do Jim Collins.
Segundo Collins, o líderes extraordnários são humildes ( parte 1 e 2)  e ambicionam em fazer o bem (parte 3). Como eles querem fazer o bem em primeiro lugar, eles não são egocentricos e portanto, ótimos líderes, .

E é promovendo a compaixão entre os funcionários que o Google quer formar líderes. Além disso, tal atidude inspira os colaboradores.

Como você pode promover o bem? Como a sua empresa está servindo a comunidades?
Qual é a sua autonomia em criar iniciativas que promovam a compaixão entre seus colegas de trabalho?

Monday, March 21, 2011

Dicas de livros e empreendedorismo no Man in the Arena

logo do man in the arena

A principal vantagem dos videoscasts são o fato de você assistir ao que você gosta, quando e onde quiser. Na maior parte das vezes, trata-se de um conteúdo tão segmentado que raramente encontraria espaço na programação da TV. Assistir ou ouvir videocast é uma experiencia interessaste que pode ser feita em frente ao computador enquanto se realiza uma atividade ou, mais recentemente, em frente ao aparelho de TV, com o advento dos aparelhos com acesso a internet.







Há aproximadamente um ano venho acompanhando o podcast criado por dois empreendedores, Leo Kuba e Miguel da Rocha Cavalcanti. O Man in the Arena, como foi batizado a inciativa destes rapazes, trata de tema como empreendedorismo, livros e cultura digital. Entre vida a pessoal e a profissional, os dois encontraram uma janela em suas agendas para tocar o projeto. O mais difícil, julgo eu, é o fato da dupla conseguir manter a periodicidade, o que para mim, já é louvável. Apesar de não conhecê-los pessoalmente, dupla é muito acessível através das mídias sociais, o que de certa forma, ajuda criar um público cativo. Aí eu me incluo nesta. O MIA já está no número #14, mas eu recomendaria assisti-lo desde o episódio inicial. Se após o primeiro programa, você sentir vontade de ver o seguinte, com certeza você fará parte da audiência do MIA.

Vá em frente.
Em poucas palavras, eu definiria este videocast como aquelas conversas de corredor de faculdade sobre temas interessante e que muitas vezes, não se tem tempo de fazê-las no universo corporativo.

Acompanhe o Man in the Arena no Facebook ;

Assita ao Man in the Arena no YouTube

Tuesday, March 8, 2011

Melhores Vídeos Motivacionais para Equipes

No fim do ano passado, tive a chance de preparar uma apresentação para toda a equipe. Agora em fevereiro, participei também na organização de um workshop para lideranças na empresa. Em ambas as oportunidades fizeram-se necessário garimpar algum vídeo que pudesse motivar e passar a mensagem especial aos participantes.
Abaixo, a seleção dos melhores. Nem todos foram usados, mas compartilho aqui os quais eu julgo mais bacanas e que talvez possam ser utilizados por vocês para motivar suas equipes.

Obs.: Seguem os nomes conforme os vídeos podem ser encontrados no Youtube.

A História de um Vencedor



Descrição: Narra a história do ciclista Lance Armstrong, quem, além de vencer nas pistas, conseguiu vencer a mais difícil das provas, o câncer.
Tempo: 11 minutos.
Temas: superação; trabalho de equipe.

Any Given Sunday



Descrição: Famoso discurso de Al Pacino, que interpreta um técnico de futebol americano no filme Any Given Sunday (Um Domingo Qualquer). No discurso ele resalta a importância do trabalho em equipe sobre o talento individual. "(...) That's a team, gentlemen and either we heal now, as a team, or we will die as individuals. (...)"
Tempo: 5 minutos.
Temas: trabalho de equipe.

Inspirational 2010 Nike Ad



Descrição: Na hora "H", o que importa é ter garra. Comercial da Nike fala sobre a importância da paixão que é capaz de vencer quaisquer obstáculos e contradizer números e previsões. "(...) este é um tipo diferente de teste, onde a paixão supera tem um jeito engraçado de superar a lógica (...)"
Tempo: 3 minutos.
Temas: superação; confiança.

O Problema não é meu


Descrição: Vídeo distribuido no Brasil pela Siamar. Trata do problema mais comum das organizações: a falta de comprometimento e trabalho em equipe.
Defendo a definição de papel nas equipes, mas há uma linha muito tênue ao fazer isto e não se apropriar dos problemas que afetam a organização e os clientes.
Para mim, este material é mais um vídeo de  concientização do que de motivação.
Tempo: 8 minutos.
Temas: pró-atividade; trabalho de equipe.

Paul Potts sings Nessun Dorma



Descrição: Desacreditado, Paul Potts surpreende a platéia e os jurados cantando ópera. Versão masculina de Susan Boyle tem feito sucesso na Inglaterra.
Tempo: 5 minutos.
Temas: superação; confiança; julgamento errôneo.

Steve Jobs' 2005 Stanford Commencement Address



Descrição: Famoso discurso de Steve Jobs para formandos da universidade de Stanford. Ele conta como experiências diversas são úteis ao longo da vida. Veja a transcrição do discurso em um dos primeiros post deste blog.
Tempo: 15 minutos.
Temas: superação; possibilidades; lição de vida; recomeço.

The Best Motivation Video



Descrição: Comercial cita exempos de várias personalidades da história que surpreendentemente sofreram algum tipo de derrota ou foram desacreditados. Isto não as impediu que tivessem sucesso. Errar faz parte da vida.
Tempo: 2 minutos.
Temas: superação; erro; risco.

O melhor vídeo de motivação a liderança



Descrição: Trata-se da cena do filme Desafinado Gigantes. O principal mérito deste vídeo é mostrar o quanto que uma liderança próxima consegue extrarir o melhor dos colaboradores. E o mais importante, o quanto a percepção das pessoas podem influenciar a percepção dos demais membros da equipe. A atuação do técnico não deve ser confundida pelo público como micro gerenciamento, mas sim uma maneira de incentivar equipe.
Tempo: 7 minutos.
Temas: superação; liderança, trabalho em equipe.

Friday, February 18, 2011

Multinacionais a partir de casa

Vim de um lar típico de classe média, onde os pais trabalhavam em fábricas. Acredito que isto, de certa forma, influenciou minhas escolhas,  mesmo que inconcientemente. Hoje, apesar de ter seguindo alguns passos deles, gosto muito do tema empreendedorismo.

Quando se lê e observa a história de alguns empreendedores, muitos descrevem que cresceram em lares onde os pais ou algum familiar próximo era empreendedor. Na minha época de estágio, lembro-me de uma chefe que falava com orgulho sobre o pai empreendedor. Não é a toa que, hoje, após passar por ótimas empresas, ela tem o próprio negócio.

Hoje, "graças a internet" (termo super batido), não só é mais fácil se tornar um empreendedor, como também é mais fácil montar sua própria multnacional dentro de casa. Sites como Elance.com oferecem umcardápio de empresas e profissionais para tocar o seu projeto. Você pode fácilmente desevolver um software na India, criar um design na Argentina e fazer a tradução na Europa.

Para quem gosta do assunto, recomendo ler um artigo bem interessante da BusinessWeek (hoje Bloomberg) sobre um casal americano que crio uma empresa nestes moldes. Também sugiro a leitura do livro do Tim Ferris, "4 hour work week".

Apesar de Mom-and-Pop Multinationals.